Obesidade leve a moderada: saiba tudo sobre o assunto

Obesidade leve a moderada: saiba tudo sobre o assunto

obesidade moderada

Para compreender algumas mudanças nos últimos anos, basta observar a sociedade de hoje. Exemplo disso é o excesso de trabalho e o estresse, que estão impactando negativamente no cotidiano de muitos. Por isso, é importante que você conheça a obesidade – da leve a moderada.

Se, antigamente, era comum encontrar pessoas que tinham tempo para cuidar da saúde, hoje nem todos possuem o mesmo privilégio. Com rotinas cada vez mais cansativas e com a facilidade de pedir qualquer comida com alguns cliques, muitos estão deixando de lado a prática de atividades físicas e o cuidado com a saúde.

É importante mencionar que a obesidade é um conjunto de fatores que pode surgir em qualquer idade, independente do sexo.

Quer saber mais? Continue a leitura!

O que é obesidade?

O primeiro passo é compreender o que é obesidade. Por mais que muitas pessoas relatem um desconforto com o próprio corpo, é preciso pensar que a obesidade é muito mais do que se sentir bem ou não. Estamos falando de uma doença.

Isso porque muitas pessoas associam as pessoas gordas com a ausência de atividades físicas e até mesmo de uma alimentação irregular, sem levar em consideração que existem outros fatores que podem acarretar o ganho de peso.

Muitos acabam subindo os quilos na balança por problemas de socialização e até mesmo traumas passados ou por compulsões alimentares. Nesses casos, a fome exagerada pode estar relacionada com diversos problemas e o indivíduo encontra uma dificuldade em parar de consumir certos alimentos. Sendo assim, começar uma dieta ou uma reeducação alimentar pode ser um desafio desesperados para muitos.

De acordo com a definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é o acúmulo excessivo de gordura no corpo. Mais do que a insatisfação com o corpo, é fundamental compreender que esse estilo de vida pode causar uma série de doenças e problemas futuros.

Afinal, doenças de coração, diabetes tipo 2 e pressão alta podem surgir após anos negligenciando a própria saúde.

Um ponto de atenção que deve ser encarado é o aumento de crianças e adolescentes obesos. Esse é um dado importante e que pode comprometer a vida de diversos indivíduos em pouco tempo.

Como saber se estou obeso?

Balança para medir obesidade

Esse é o questionamento que muitos se fazem, afinal, como é medido o nível de gordura? Quando uma pessoa pode ser considerada como obesa?

O primeiro ponto que você precisa entender é que existe um nível conhecido como IMC (Índice de Massa Corporal). Ele será responsável por apontar como está a saúde do seu corpo, se você está acima do peso e qual é o índice atual da sua saúde.

Para calcular esse número é importante levar em consideração a altura, o sexo, a idade e o peso atual. Com esses dados já é possível ter uma ideia de como está a sua saúde.

Ao final do cálculo você verá um resultado. Lembrando que se o número estiver acima do indicado, é possível que você esteja com sobrepeso, obesidade I, obesidade II ou até mesmo com obesidade III (mórbida). O resultado vai depender dos números apresentados.

Quais são os problemas da obesidade?

Muito mais do que a estética, a excesso de peso pode causar diversos danos para o organismo, incluindo o trabalho excessivo de alguns órgãos e até mesmo a paralização de algumas funções vitais.

A diabetes tipo 2, por exemplo, é uma doença que está associada com a obesidade e com o consumo excessivo de doces. Sendo assim, quando a pessoa ingere muito açúcar, a resposta do organismo é a dificuldade em digerir esse nutriente, contribuindo a paralização do organismo.

Doenças do coração, dificuldades para respirar, casos de insônia, dores de cabeça e até mesmo a paralização de alguns membros, em casos mais severos, podem estar relacionados com a obesidade.

Isso porque o excesso de peso pode dificultar a prática de atividades e, consequentemente, a queima da gordura.

Obesidade: da leve a moderada

Consulta para checar obesidade

Como mencionado acima, existem alguns tipos de obesidade e que podem variar entre a leve e a moderada.

Nesses casos, o resultado apresentado não será o máximo. Em muitos casos, essa situação é compatível com aquelas pessoas que estão comendo mais do que o normal ou que estão ingerindo alimentos mais calóricos.

Com a agitação do dia a dia, muitos acabam deixando de lado o cuidado com a saúde, fator que pode te fazer aumentar bons quilos em poucos meses.

Além dos exercícios regulares, a alimentação é uma das principais vilãs quando o assunto é a obesidade. Por mais que você coma pouco, por exemplo, é fundamental levar em consideração quais alimentos estão sendo ingeridos e como está a absorção dos nutrientes do seu organismo.

É possível combater?

Após olhar para o espelho ou até mesmo ao receber o resultado do IMC, a primeira pergunta que muitos fazem é: consigo reverter esse quadro de obesidade?

A resposta é sim! A primeira coisa que você precisa entender é que esse é um processo longo e que você deve levar para o resto da vida, afinal, não adianta aprender a comer bem e depois desistir, concorda?

Tudo começa com uma consulta junto ao médico para compreender como você chegou a determinado peso, quais atitudes estão erradas e qual é o melhor caminho para emagrecer.

Em seguida, será preciso mudar diversos hábitos, inserindo a atividade física e uma alimentação equilibrada no seu dia a dia. Esses são os fatores que possibilitam o emagrecimento, e sem eles fica difícil alcançar o objetivo.

É importante buscar um profissional, pois ele irá elaborar uma dieta específica, com base nas suas necessidades. Uma dieta que você encontrou na internet, por exemplo, pode ser eficaz para uma pessoa, mas para você não. Cada corpo tem as suas necessidades.

Nos casos em que o aumento de peso estiver ligado com alguma doença ou até mesmo com uma compulsão alimentar, o melhor é pensar no que pode ser feito para diminuir os sintomas e contribuir com uma vida plena e saudável.

Os resultados aparecerão com os meses, portanto, é preciso ter disciplina e muita força de vontade. Mas, acredite: o resultado vale a pena, afinal, quem não deseja viver melhor?

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